domingo, 29 de abril de 2007

O nosso regresso .Chique

Pois é, queridos, como leram no título do Post, regressamos hoje ao Blog!*

Falo pelas quatro quando digo que estamos felizes por regressar, e também vocês têm motivos para comemorar o nosso retorno...!

Pois bem, aposto que estão curiosíssimos por saber o que se tem passado ao longo destas semanas... não se preocupem, a Fifi conta sempre tudo, como de habitual.

A Fafa, e isto é uma confissão exclusiva para vocês, meus leitores, envolveu-se com um homem 10 anos mais novo que ela, de nome Rui. Cá entre nós, penso que não durará muito, sol de pouca dura. Penso que se fartará rápido dele... mas, vamos ver. (já me esquecia... ele é bem bonito, sim). Se o marido dela soubesse, meu Deus .Chique, iria ser a 3ª Guerra Mundial em Cascais.

A Lulu... a nossa mais recente amiga chique tem estado connosco muitas vezes, ultimamente. É agora habitual tomarmos todas o chá das cinco, enquanto falamos de assuntos actuais, de moda, dos nossos amigos e da vida em geral.... muito chique e sofisticado, queridos, como imaginam. Ela é chique, e simpática. Há uns dias, porém, fez um peeling e a sua cara está um caco un-chique.

Eu, Fifi, ando a tentar emagrecer. Sim, jóias, leram bem. Filipa Rodrigues, sempre em forma e actualizada, a fazer dieta. Infelizmente, exagerei e engordei um pouco (4 quilos) neste Inverno e, com o Verão a chegar e com ele as festas chiques por toda Cascais, tenho de me apresentar devidamente. Não se preocupem os meus fãs, pois eu não me esqueci que vocês ainda querem ler a 4ª parte da minha história... e estou a tratar disso!

A minha querida Bázita... bem, só sei que temos novidades excelentes para vós. Ela está bem, alegre. Porém, não direi mais nada... vou deixar que seja ela a dar-vos as novidades!

Pois bem, jóias... nós, as vossas quatro amigas, estamos cheias de novidades. Ainda temos de vos falar da nossa viagem chique, das nossas mais recentes aventuras, do nosso passado... enfim, um regresso em grande, como só nós podíamos fazer. Novas postagens, novas histórias, novas fofocas, novos acontecimentos... e tudo em primeira mão!

Beijos chiques da Fifi***

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Fase negra na nossa Vida .Chique

Oi queridos leitores...

Daqui hoje a Fifi a postar...

Pois, como sabem, temos uma nova amiga aqui a postar no Blog, da qual já tínhamos falado antes... a Lulu. Bem-vinda, querida, amei o post...

Escrevo este .Chique post para dizer-vos que as nossas vidas têm tido vários dramas, como podem ver ao ler os últimos posts da Bázita, pelo que não vamos voltar a postar como temos vindo chiquemente a fazer tão cedo, pelo menos enquanto a situação da Bá não estiver resolvida...

Bem... A Fafa tem estado ausente pois se viu envolvida numa aventura envolvendo um pedófilo e um conhecido seu... Aventura Un-.Chique...

E eu tenho estado a apoiar a nossa querida Bázita... A Lulu deve vir até aqui amanhã e estaremos as quatro juntas...

Despeço-me com os habituais beijos chiques...

Até breve...

Fifi...

quarta-feira, 4 de abril de 2007

A nova Amiga .Chique...

LULU VASCONCELOS


Olá, queridos chiques leitores e para aqueles que são un-chiquissimos!
Sim sou eu a Lulu Vasconcelos! Sou de Estoril! Cidade chique...
Eu só queria me apresentar ‘pessoalmente’ apesar das minhas novas amigas já o terem feito.
Eu adoro passear pelo Mundo! Gastar dinheiro em diversas marcas desde Gucci, Dior e Chanel, gosto de pessoas que gostam de ir à Ópera e ao Teatro! Resumindo pessoas com cultura e cheias de classe! Nada dessa gente reles e un-chiques que conseguem ser desagradáveis com a minha querida Bázita.
Querida terá todo o nosso apoio! Essa doença agora é normal apesar de un-fashion e assim. Mas não se preocupe com um anti-conceptivo isso resolvesse!
Quero um próximo encontro para outro Cházinho, mas desta vez daquele que eu trouxe de Londres, sabe aquele caríssimo, mas desta vez na minha mansão em Estoril! Chiquíssimo!
Pronto chiquíssimos, Beijinho na Bochecha Direita (apenas ai)! Aprendam

Sem Título .Chique

Olá a todos os leitores deste blog! Quero desde já dizer-vos que vos peço imensas desculpas pelo meu último post e que neste vos irei explicar o porque.

Para começar o meu marido não me traiu, por isso, as pessoas un-chiques que comentaram o meu ultimo post insultando o Henrique devem-me um grande pedido de desculpas chiques.
O meu marido, tal como mais pessoas chiques no mundo, apanhou sida não através de relações sexuais (sim, só gente un-chiquemente inculta é que pensa que a sida só se transmite assim) mas sim através do contacto com o sangue de outra pessoa. Ele é médico de clínica geral, e, há alguns anos atrás, um homem com uma grande hemorragia deu entrada no hospital onde ele estava em turno. Sem mãos a medir, para salvar uma vida, e como "em tempo de guerra não se limpam armas", o meu marido assistiu-o mesmo sem luvas. O Henrique tinha uma ferida... Estão a perceber?

Bom, eu nem deveria ter dado explicações chiques em público, mas preferi assim.
Quando ao meu teste: POSITIVO. Sim, tenho sida. Sim, posso morrer a qualquer momento. Sim, estou mal. Mas, por um lado, podem até achar esquisito, mas sinto-me mais ligada ao Henrique. Sinto que, ao termos a mesma doença, existe uma relação mais forte entre nós... uma relação que o tempo tinha apagado. Pode até ser pecado, mas, esta doença fortaleceu a nossa relação... é um facto.

Bom, tenho pouco tempo para estar aqui, tenho montes de familiares preocupados na sala à espera, testes médicos a fazer.

Um conselho vos deixo:
Não deixem para amanhã, o que, para a vossa felicidade, podem fazer hoje.
Eu não sabia que tenho sida, mas agora que sei... o amanhã é só se houver... vou fazer os possíveis para que, se morrer amanhã, morra realizada e feliz. Façam o mesmo.

Até nunca ou breve,

Bázita

quinta-feira, 29 de março de 2007

Uma doença un-.Chique

O Henrique, meu marido, tem SIDA.

Sim, é isso mesmo que leram: O Henrique tem sida.
A Fafa e a Fifi ainda não sabem e eu talvez não lhes viesse a contar se não fosse por aqui.

Estou Farta! Sim, farta... Em pequena era o cancro que me atormentava a vida, agora é o facto do meu Henrique ter SIDA e de eu ter 90% de hipóteses de também ter.

Às vezes apetece-me fugir chiquemente pela porta das traseiras e nunca mais ninguém me por a vista em cima. Sim, deixavam de sofrer as pessoas com as minhas doenças e eu deixava de sofrer a dobrar por ver os outros preocupados.

Hoje vou fazer o teste para ver se tenho ou não SIDA, e se tiver, nem sei o que sou capaz de fazer. Por um lado tenho de ficar ao lado do meu marido, para o apoiar, mas, e a mim? Quem me apoia? Não quero chatear os outros com os meus problemas.

Às vezes, apetece-me morrer.


quarta-feira, 28 de março de 2007

O meu dilema .Chique - Parte 3

Lurdes Rodrigues, minha mãe, sempre fora uma mulher honesta e dedicada à sua família. O meu pai, Mário Rodrigues, sempre fora trabalhador e um homem de valores. Mas ambos guardavam um segredo… Um segredo que permanecera assim até àquela data.

* * *

Não quis acreditar no que os meus olhos me mostravam. Não podia ser verdade. Simplesmente, não podia. Mas era… A pura verdade. Diante dos meus olhos. Mas… o que aconteceu, realmente? A Fifi conta-vos, não se preocupem.

A tarde iniciava-se calma. Provavelmente, muitos espanhóis un-chiques que imigraram para Portugal dormiam a sesta, deitados nos bancos ou nas relvas fortalecidas por fertilizante natural (leia-se cocó de cão) da cidade de Cascais, quando se deu o acontecimento que iniciaria a mudança da Fafa.

Aquilo que eu e a Bá vimos foi uma coisa extremamente chocante na época mas agora profundamente normal: duas mulheres aos beijos.
.Choque
E quem eram as duas mulheres?, perguntam-se vocês. Pois... eram a Fafa e uma rapariga da nossa turma, a Marta. Aos beijos, ali, entre os arbustos. Deitadas na relva. Felizes. Não acreditava.
Quando nos viram, foi como se vissem o Diabo un-chique. Levantaram-se e afastaram-se rapidamente, lembro-me precisamente como se estivesse a acontecer agora, e Marta saiu dali. Por seu lado, Fátima apanhou os cadernos que tinha na relva e levantou-se. Nem nos olhos nos olhos. Limitou-se a caminhar para dentro da escola, sem nos dirigir uma palavra. Estava, claramente, envergonhadíssima.

- Credo... Coitada. - disse a Bá.
- Estou em choque! - assenti eu. - Mas...
- Precisamos de falar com ela, sei lá... Penso que é uma coisa normal!
- Tão normal como eu tomar banho sem água. - respondi.

A tarde passou, lentamente. As aulas eram cansativas, e a matéria era difícil. Por vezes, eu e a Bá trocávamos olhares... Aqueles olhares a denunciarem que pensávamos na mesma coisa: naquilo que víramos depois do almoço. Então, num intervalo, deixamo-nos ficar na sala à espera da Fafa, com a intenção de falarmos com ela sobre aquilo. Os nossos colegas saíram, sedentos por minutos de diversão a comentar as roupas dos outros, e nós esperámos por ela, que nada mais fez do que pegar na pasta e sair da sala, ignorando-nos.

- Enfim... - disse eu.
- Vamos atrás dela. - disse a Bá, arrastando-me para fora da sala.

Corremos pelo corredor, de mãos dadas e com as nossas saias a balançar-se conforme os movimentos das nossas pernas. Olhámos em volta. Continuámos a correr. Parámos.

- Onde raio se meteu ela? - perguntou-me Bá.
- Ali! - gritei eu, histerica e un-chiquemente. - Na máquina dos sumos light! - olhámos as duas.

Caminhámos por entre a multidão de estudantes que falavam entre si sobre banalidades, como numa escola típica de Cascais, e aproximámo-nos de Fafa, que, depois de comprar o sumo e, vendo-nos, começava a fugir novamente.

- Espera! - disse eu.
- Precisámos de falar. - concordou a Bá.

Fafa olhou para nós, claramente envergonhada. Procurámos um sítio isolado onde pudéssemos falar calmamente as três, sem ninguém para nos interromper. Minutos depois, num compartimento da casa de banho das raparigas un-chiquemente degrada, olhávamo-nos. Foi a Bá a primeira a falar.

- Olha... não te preocupes. Nós compreendemos aquilo que vimos...
- Desculpa, mas não compreendem nada! - gritou a Fafa. - Uma rapariga com uma rapariga, onde já se viu isso?! Se quiserem, podem gozar comigo à vontade. Eu sei que é errado e mere...
- Fá, cala-te. - disse eu. - Nós somos tuas amigas, e, como a Bá disse, compreendemos.
- E aceitamos. - disse a Bá.
- Por isso, apoiamos a vossa relação a cem por cento.
- E guardamos segredo. - concordou a Bá.
- Credo, somos melhores amigas! Não tens nada que nos esconder, sabes disso!

Fafa começou a chorar e abraçou-nos às duas com uma força enorme.

- Obrigado, amigas! - gritou.

Nesse dia, só pude estar com Norberto ao final das aulas. Ele levou-me até casa de mãos dadas e limitámo-nos a apreciar a paisagem que nos rodeava. Eu, no entanto, vivia uma ilusão, como o descobriria mais cedo do que poderia imaginar...

À noite, jantei, silenciosa, e permaneci no quarto deitada na cama a observar as estrelas, pensando em tudo. Os meus pais não me disseram uma única palavra ao jantar, e continuavam a proibir-me de sair de casa sem ser para ir à escola. Definitivamente, a minha vida podia estar bem melhor. O céu estava belo, e calmo. Uma calma que a minha vida perdera uns dias antes. E ainda muita coisa faltava acontecer.

No dia seguinte, tivemos aulas apenas de manhã. Mas, como tínhamos combinado estudar juntas nas escola as três, fomos almoçar a um café ali da zona e, enquanto comíamos pizza e bebíamos sumo, conversávamos.

- Então, quem diria... A Fafa a meter-se nestas coisas. - disse eu.
- Vocês pensam que eu sou certinha... Mas vocês não conhecem o meu lado un-certinho.
- Credo, Fafa. - disse a Bá. - Que segredos escondes tu?
- Muitos. - disse a Fafa, e rimo-nos as três. Mal sabíamos que, apesar de ela estar a brincar quando disse aquilo, a vida lhe destinava algumas surpresas desagradáveis (as quais ela já contou na sua história).

Pagámos a conta e abandonámos o café. O dia estava solarengo. Continuámos a caminhar para a escola a conversar. Porém, uma mulher intromete-se no nosso caminho. Arminda, aquela mulher.

- Continuem. - disse eu.
- Tens a certeza? - perguntou a Bá.
- Tenho. - respondi.

E assim o fizeram. Aproximei-me dela e ela apenas me disse:

- Vem comigo, preciso de mostrar-te uma coisa.
- Mas vou ter aulas!
- Faltas.
- Não posso!
- É urgente.
- Não está a entender... os meus pais matam-me!
- Que matem. - disse, e puxou-me pelo braço. Caminhámos pela cidade durante quinze minutos, e parámos perto de uma casa velha.

- O que é isto? - perguntei.
- Não querias provas? - disse-me, e puxou-me para dentro de casa.

A casa era un-chiquemente decorada. Tinha mobília velha e havia pó por todo o lado. Caminhámos por um corredor até à sala e ela sentou-se no sofá.

- Senta-te também. - disse-me.
- Prefiro ficar de pé... - respondi, vendo uma barata no sofá ao lado.

Começou a mostrar-me fotografias de uma bebé e a falar, a contar a sua história. Já não me lembro direito como ela disse as coisas, mas falou muito. Segundo Arminda, ela era uma brasileira a tentar a sua sorte em Portugal quando me teve. Mas, era pobre. Tinha poucos estudos. E, além disso, estava no nosso país ilegalmente. Então, a única solução que arranjou antes de partir para o Brasil foi abandonar-me num convento.

- E como espera que acredite em tudo isso...? - perguntei.

Ela mostrou-me mais uns documentos e convenceu-me. Mostrou-me o meu registo de nascimento e... era verdade. Meu Deus, era verdade! Eu tinha sido adoptada... e a minha verdadeira mãe era uma mulher pobre, que vivia cá ilegalmente. Não. Os meus pais verdadeiros foram aqueles que me criaram. Sim. Lurdes e Mário Rodrigues, não uma mulherzinha qualquer que chegava ali e me contava aquelas histórias. Exactamente. O que eu estava ali a fazer, então? Apercebi-me naquele momento de que fora um engano ter vindo com aquela desconhecida.
Corri para a porta.

- Filipa, espera! - gritou ela.

Não olhei para trás. Corri o mais depressa que pude para a escola. Nas horas seguintes, procurei não pensar no assunto. No final das aulas do dia seguinte, eu e as outras duas conversávamos enquanto nos dirigíamos para a paragem de autocarro.

- Então, Bá, como vai o tratamento? - perguntou Fafa.
- Vai bem... amanhã vou novamente ao hospital, de manhã...
- E tu, Fifi, como vai a tua relação com o Pascoal?
- Não lhe chames isso! - gritei. - Odeio esse nome!
- Okay, okay... Estava só a brincar! - respondeu ela.
- Mas diz lá, como vai. - continuou Bá.
- Bem... ficámos de nos encontrar logo para estudar. - respondi. - Então e tu e a Marta?
- Estamos bem. Estivemos juntas há bocado, às quatro.

E assim continuámos. Depois de sair do autocarro, caminhei um pouco até chegar ao meu prédio. À porta, encontrei Norberto.

- Olá. - disse eu.
- Olá. - respondeu ele.

Olhei em volta. Estávamos só nos os dois ali. Era seguro. Beijei-o. E entrámos. Enquanto estudávamos Matemática, um pouco depois, Norberto começou a agir de forma... estranha. Sim, estranha. Começou a deixar os estudos de lado e a focar a sua atenção em mim... sempre a colocar a sua mão nas minhas pernas, sempre a dizer coisinhas pirosas.

- Viemos aqui para estudar ou para estar na marmelada? - perguntei.
- Sempre podemos fazer uma pausa...
- Podemos. - disse e ri-me.

Deitamo-nos sobre a cama e começámos a beijar-nos. Aquilo estava a ficar intenso. A certa altura, ele tentou tirar-me a camisola e aí apercebi-me de que tinha ido longe de mais. Puxei a camisola para baixo, e ele tentou puxá-la novamente.

- Pára. - disse eu.
- Que foi?
- Estamos a ir longe de mais... não achas?
- Desculpa? Eu acho que não. Não me digas que queres ir virgem para o casamento!
- Não me sinto preparada...

Norberto começou a beijar-me o pescoço, novamente. - Claro que sentes. - disse ele.
- Não, pára! - gritei.

Mas ele continuou. E eu vi-me forçada a esbofeteá-lo.
Fi-lo.
Norberto afastou-se e levantou-se.

- Que raio de namorada és tu que nem queres sexo comigo? - perguntou, e abandonou o quarto.

Fechei a porta do quarto à chave e envolvi-me nos lençóis, olhando o céu. Ai, como estava calmo... Sentia-me culpada pelo que acontecera. Norberto conseguira isso. Estava triste. Recostei-me sobre a almofada e fiquei assim deitada por muito tempo... Como gostava da sensação, do isolamento... Ingenuamente pensando que as minhas dores de cabeça e preocupações se ficariam por ali.
* * *

O porque da nossa ausência .Chique

Olá queridos!! Sei que desse lado, provavelmente, não estará ninguém, pois como tenho vindo a reparar, nós temos poucos visitantes no nosso blog. Isso entristece-me.
Bem, mas para aqueles que ainda continuam a ler as nossas confissões e peripécias, deve ter sido um pouco estranho o facto de termos estado chiquemente ausentes.
Isso tem uma chique explicação: nós fomos .Viajar. Viajámos porque nos propuseram um desafio aliciante.

Bom este post era apenas para vos dizer que vos vamos contar tudo, chiquesa por chiquesa, a nossa aventura .Chique. Uma aventura em que provámos que até uma chique tem conhecimentos de sobrevivência.

Até lá

Ps: quem vai escrever o primeiro post sobre a nossa aventura, vai ser a chique Fifi.


Beijo .Fashion